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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Lourenço Silveira



Bibliopoema

Na biblioteca da escola
Andam todos a pensar
No que devem responder
Quando estão ao pé do mar.

Quando estão ao pé do mar,
Só sabem pensar na vida
Seja ela boa ou má
Será sempre a nossa filha.

Será sempre a nossa filha
De que temos de cuidar
Seja fácil ou difícil
Temos é que a respeitar.

Temos é que a respeitar
Mergulhando na verdade
Respirando de alívio
Não interessa a idade.

Não interessa a idade
Só interessa o coração
Da melhor biblioteca
Que se situa em Azeitão.



Lourenço Silveira (6º C)

Clube do Património e Escrita

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Lourenço Silveira



Mar


Mergulho como um golfinho,
Ataco as presas como um tubarão.
Divirto-me como uma foca
E mergulho no fundo como um cachalote.



Tenho a ambição de ganhar
E pressinto que sou um leão
A dar ordens como um professor.
Sou o Capitão do barco.



Apoio os meus colegas
Como um cardume indo até ao fim.
O mar é como o céu,
Como uma pérola de uma ostra.

Lourenço Silveira

Ser Criança
Para mim, ser criança é ser sortudo.
Recebemos prendas e somos muito mimados, mas por vezes somos demasiado mimados.
Gosto muito de ser criança porque temos muita imaginação.
Nós não sabemos a sorte que temos, porque estamos sempre a dizer “Gostava muito de ser adulto, porque as crianças têm sempre de cumprir ordens”. Mas não: os adultos não têm assim tanta liberdade, porque têm de trabalhar, pagar impostos e cuidar dos filhos. Têm muita responsabilidade e isso não é muito bom
As crianças podem brincar, aprender. São educadas e sobretudo têm muitos amigos.
Eles podem ajudar-nos, fornecer-nos conhecimentos e apoiar-nos muito.
Contudo eu penso que ser uma criança é uma sensação fantástica, porque ser criança é inexplicável.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Lourenço Silveira




Uma bruxa muito feia
Vai-nos transformando em sapos.
Atira-nos para o caldeirão
Tratando-nos como farrapos.

Tratando-nos como farrapos,
Nem para roupas servimos.
A bruxa aperta o pescoço
E nem sabemos se fugimos.

Nem sabemos se fugimos
Deste lugar cheio de perigos.
Não temos em quem confiar

Porque temos muitos inimigos.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Lourenço Silveira



CÉZANNE

Várias árvores abanam com o vento.
As montanhas crescem de tão altas que são.
O barco corre contra as nuvens
e a terra é arenosa como o pó.

Há pouco movimento e há poucas casas.
Esta terra é tão calma que me torna sereno.

Estou no barco, vejo tudo quanto é belo.
Conduzo este quadro
como se fosse um comandante.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Lourenço Silveira



Os peixes desaparecidos

        Era uma vez uma varina que vendia peixe no mercado. Ela era a favorita do dono da peixaria. Um dia foi lá um homem africano comprar peixe. Como o mercado era na rua, havia muito barulho e por isso o homem teve de gritar com a varina:
            -Olhe, eu quero duzentos gramas de camarão e uma cabeça de garoupa.
            A varina foi buscar os camarões e, com uma guilhotina, cortou uma cabeça de garoupa.
            -Muito obrigado. – Agradeceu a varina.
            - Olhe, eu nunca perguntei isto a nenhuma varina, mas será que há peixes carecas?
            -Não, não! Sabe, por acaso havia, mas caiu em cima deles um tijolo. Não sei se o peixe se estragou. Quer vir procurar comigo esses peixes?
            -É claro que sim! - respondeu o homem.
            Então lá foram eles ao armazém do mercado. O que eles não sabiam era que o dono da peixaria os tinha roubado. No início, não aparecia nada, mas depois ouviram um som que parecia de barbatanas a bater em plástico. Eles lá foram e eram os peixes que estavam a fazer esse barulho. Estava lá o dono, que afirmou com ironia:
            -Ora, ora quem é ela! A minha peixeira favorita… Eu digo isto porque tu és demasiada inteligente, mas afinal mas afinal estou enganado. Devias ter ficado quietinha no teu lugar. Agora vais ser despedida.
            - Você está preso! - disse o africano – Sabe, eu sou polícia.

            E homem foi preso porque traficava peixes raros. Guardaram os peixes num aquário e alimentaram-nos. Os peixes fizeram uma bela digestão.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Lourenço Silveira


 
SER BOM CIDADÃO

Eu penso que ser um bom cidadão ativo é realizar boas ações que deem o exemplo a todas as outras pessoas.
Ao longo do tempo, tem havido muitos cidadãos exemplares, como Nelson Mandela (que reconciliou, na África do Sul, o povo branco e negro) e o papa Francisco (que está a transformar a Igreja e a tentar transformar o mundo)...Também há pessoas que se dedicam ao voluntariado e a realização de obras de solidariedade social. São igualmente um exemplo.
Em Portugal temos, entre muitas instituições de solidariedade, o Banco Alimentar Contra a Fome, a Missão Sorriso...
Temos também as paróquias que ajudam muitas pessoas, sem-abrigo, pobres, entre outros necessitados.
Todos nós podemos realizar alguma coisa, mesmo sozinhos. Podemos ajudar pessoas, colaborar nas instituições de solidariedade, dar uma parte do nosso dinheiro ou daquilo que temos, aconselhar quem precisa...
Todos podemos ser bons cidadãos ativos.

Lourenço Silveira




Quando eu diminuir serei…

 

… tão pequeno como uma pulga e a minha cor será verde-tropa. Terei quatro olhos, cinco patas, dois narizes e uma boca pequenina.

Viverei numa caixinha de fósforos rectangular, com mobília feita de folhas verdes e terei tudo para ser um pequeno bichinho feliz. Dormirei na minha cama feita de plantas e papel manteiga.

Comerei migalhas, pequenas folhas e mini-bagas.

A minha família irá pensar que eu terei desaparecido e nunca mais me irão ver

As minhas roupas serão feitas de pequenas folhas, farrapos, pequenas penas de pato, pombo…Os meus sapatos serão feitos de pedrinhas e plástico.

Poderei ir a sítios a que sempre quis ir quando quiser e quando me apetecer.

 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013



Lúcido
Ouvinte
Único
Rigoroso
Engraçado
Neutro
Confidente
Organizado

Sortudo
Inteligente
Lindo
Vaidoso
Elegante
Irrequieto
Responsável

Amigo...

... sou o Lourenço Silveira.